quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A visão dos presidentes sobre a nova área de RH

A revista Você RH, ed. 28 – out/nov 2013, traz um artigo sobre a visão de seis presidentes sobre o que consideram que seja a área de RH ideal. Resumidamente, seria mais do que uma área de suporte, mas uma parceira fundamental para o sucesso e futuro do negócio, cuidando do clima e cultura organizacionais, promovendo encontro de gerações, atraindo, desenvolvendo e retendo talentos. Abaixo, uma síntese das percepções de cada um dos entrevistados.
Presidente entrevistado
Como vê a função de RH
Com olhar de presidente, o que faria na função de RH
Henrique Alves – Soc. Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein
-       Árbitro de interesses diversos.
-       Atrair, desenvolver e motivar profissionais.
-     Acompanhamento de novas tecnologias da área.
-       Pesquisa de clima; avaliação de desempenho; mapa de competências.
-       Aprender com os melhores.
Osni de Lima – Grupo Solvay, na América do Sul
-       Buscar ser reconhecido pelos funcionários e líderes.
-       Estabelecer um bom clima e disseminar a cultura.
-       Mais tempo para as pessoas.
-       Políticas de RH agressivas.
-       Retenção de talentos e formação de lideranças.
Fátima Marques – Hay Group, para a América Latina
-       Conexão com todos os níveis.
-       Boa leitura interna.
-       Posição firme “diante de atitudes inconsistentes com os valores da empresa”.
-       Atenção à forma como os líderes tratam seus funcionários – se comunicam com clareza sobre metas; orientam carreiras; dão autonomia;, se desafiam e reconhecem; se praticam meritocracia e se são coerentes.
Donizete Santos - SKF
-       Atrair, desenvolver e reter os melhores talentos.
-       Aliado com as tendências.
-       Valorização de pessoas.
-       Ambiente adequado ao encontro de gerações.
-       Preservar e valorizar o conhecimento adquirido, incorporando a visão dos jovens profissionais.
Hector Aguilar – GE, para América Central e Caribe
-       Visão global do negócio, atuando como parceiro.
-       Mudar da “gestão de pessoas” para “gestão de negócio”, com entendimento de aspectos comerciais, financeiros e operacionais.
-       Mais proatividade e menos reatividade.
Alexandre Hohagen – Facebook, para a América Latina
-       Inspirar os que chegam.
-       Encorajar pensamento inovador, ações rápidas e empreendedorismo.

Sua empresa tem uma “Área de RH”, ou ainda está na época do “Departamento Pessoal”?!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Gentileza, uma questão de escolha
José Lourenço de Sousa Neto (BH., 18.11.2013)
O artigo “Uma questão de escolha”, de domingo, 17.11.2013, de Lilian Monteiro, no jornal Estado de Minas (caderno Bem Viver, págs. 1, 3 e 4), aborda um tema velho, mas nem por isso devidamente incorporado – a gentileza.
Fala-se muito na gentileza e todos queremos ser alvo de seus préstimos. E esbravejamos, quando achamos que alguém não foi devidamente gentil conosco. No entanto, poucos se dedicam a praticá-la. O espírito competitivo fora de propósito – no trânsito, nas filas, pelos lugares nos ônibus –, a ganância e o tirar vantagem a qualquer custo, estabelecem a vigência da lei da selva e de cada um por si, o resto que se dane.
Vejamos alguns pontos da reportagem citada.
“O fim de ano é tempo de confraternização, cordialidade e sorrisos. Mas traz também estresse e correria em meio a compras.” – O tal “espírito natalino”, ou “de confraternização”, não sobrevive a um olhar mais acurado. Muitas pessoas sequer sabem ou se lembram do seu significado. Manipulados pelo marketing da ocasião, tangidos pelo “todos fazem”, desfilam hipocrisia e tentam esconder, com o gesto teatral da troca de presentes e afabilidades, a verdadeira realidade do egoísmo e do interesse particularista. Talvez fosse preferível que não desviássemos nossa atenção, com comportamentos insinceros, e mantivéssemos o foco no ogro interior que ainda não domamos.
“A capacidade inata do ser humano para o altruísmo [é] o que mantém a espécie ao longo da história”, segundo estudos do prof. Sam Bowles, do Instituto Santa Fé, nos Estados Unidos. – Vê-se, por aí, que gentileza tem valor de sobrevivência. Por que, então, parece cada vez mais desvalorizada?
“A gentileza regula as emoções, causa impacto positivo na saúde e manda para longe ressentimentos, raivas, dores, medos... É uma virtude.” – Não seria o caso de sermos gentis, mesmo por egoísmo? Ao sermos polidos com alguém que, na mão contrária, é um grosso, no mínimo vamos evitar que o veneno secretado não seja acolhido por nós.
“Ser gentil é uma escolha.” – Mas temos uma queda desgraçada para más escolhas! E depois lamentamos as consequências...
“Gentileza na alma e, consequentemente, na atitude.” – Se trabalharmos com a ideia de que somos um continuum que vai do animal ao divino, o corpo está mais próximo do bruto, enquanto nossa alma anseia pela transcendência. Num, domina a lei do mais forte, a luta pela sobrevivência, a selvageria. Noutro, despontam sinais de algo mais elevado, apontando o sublime. Os dois anjos em antagonismo – qual deles preferimos alimentar? Nosso livre arbítrio permite a escolha, mas a lei de causa-e-efeito impõe a consequência.
“Não é possível mascarar a gentileza. Fingir ser gentil. As pessoas podem até aplicar artimanhas para passar a imagem de agradáveis, aprazíveis e delicadas, mas não a sustentarão por muito tempo. Vão se revelar como realmente são”, explica o médico e psicanalista Geraldo Caldeira. – Tem gente que até tenta colar no rosto aquele sorriso de comercial de pasta dental, mas não há cola que o mantenha no lugar por muito tempo. Por isso a gentileza é uma coisa que sai, brota dentro e escorre para o mundo. É um exercício interior; uma tomada de decisão que acarreta um trabalho de transformação íntima. Sua prática, consciente, pensada, intencional, a princípio, torna-se natural com o tempo (“a disciplina antecede a espontaneidade” – Emmanuel/Chico Xavier).
“Gentileza também tem a ver com educação...” – Nossa tendência à gentileza ou à estupidez, queiramos ou não, reporta ao nosso berço, aos nossos pais. Por isso, a expressão “mal educado”, antes de falar do indigitado, fala de seus pais (ou responsáveis por sua educação primária). Ser gentil é, portanto, uma forma de honrar pai e mãe (... ou não!).
“... desarma as pessoas...” – Não se apaga um fogo adicionando-lhe combustível. Uma gentileza pode evitar um incêndio.
“... está presente na palavra, no ato...” – Do pensamento ao verbo, e desse ao ato, a gentileza flui, quando é sincera e incorporada ao jeito de ser do indivíduo.
“Ser gentil é fazer o bem com o outro e para você também. Gentileza é a disponibilidade que existe para a vida.” – Gentileza é dessas atitudes que trazem, em si próprias, sua recompensa.  Pelo menos, vamos melhorar um pouquinho o mundo ao nosso redor e evitar muita dor de cabeça, estômago, peito, etc.
Vale a pena tentar!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Geração inquieta versus gestores ultrapassados
José Lourenço de Sousa Neto*

Muito se avançou no entendimento do ser humano, seu funcionamento e motivações. A complexa psicologia do homem revelou ser o lado oculto de um iceberg, que mal se deixa ver na ponta que atua socialmente. Interagir, lidar com pessoas, dirigir e até mesmo colaborar, não são tarefas tão simples como se supunha até pouco tempo atrás. Ainda assim, continuam existindo organizações e gestores que veem os indivíduos como máquinas de carne e osso. Quando tentam encontrar soluções para o dia-a-dia do trabalho, parecem buscar quais botões corretos apertar, ou quais alavancas devem ser acionadas.

O famigerado “estudo de tempos e movimentos” parece fazer parte do passado, peça do museu da história da Administração, mas ainda hoje somos surpreendidos com medições de desempenho semelhantes aos parâmetros de Frank e Lillian Gilbreth, do início do século 20. Prêmios ao “operário padrão” (hoje disfarçado de “funcionário de destaque”) ainda podem ser encontrados por aí, em uma ou outra organização anacrônica. Da mesma forma que persistem expressões que pretendem descrever a empresa como “uma grande máquina, azeitada e com cada peça no lugar”, ou uma “orquestra e seus instrumentos”. O conjunto dos funcionários é chamado de mão-de-obra, ou, não sei se irônica ou cinicamente, de “nosso mais valioso recurso/patrimônio”. Os mais moderninhos arriscam um humanware, em extensão a software e hardware.

Em suma, pessoas continuam sendo vistas como máquinas, equipamentos. Só que uma máquina danada de chata – tanto para se lidar como para manter e reparar!

O robot, por mais avançado tecnologicamente que seja, quando danificado ou gasto pelo tempo e uso, não envolve a complexidade do ser humano. Afetos, valores, sentimentos, percepções e motivações não compõem seu dicionário ou descrição de funcionamento – não são quesitos a considerar no manual de utilização.

A Psicologia trouxe à luz a busca natural dos indivíduos pela autorrealização. Todos nós temos nossas propensões, nossas tendências, nossos anseios na vida (e da vida), e um impulso (pulsão) natural por efetivá-los na prática – a “manifestação efetiva do potencial”, nas palavras do prof. Raul Marinuzzi.

A afirmação atribuída a Maslow, de que uma pessoa deve se tornar aquilo que ela tem potencial para ser, como fator indispensável para o desenvolvimento sadio da personalidade, continua atual como nunca. Para ele, cada indivíduo é dotado de propensão inata à autorrealização. E isso cria um sério problema para gestores à moda antiga, que se acham no direito e competentes para dirigirem seus funcionários.

Se os interesses do funcionário se alinham com as exigências da tarefa que executa, ótimo – ganha o indivíduo, ganha a organização. Caso contrário – e considerando que nem sempre é possível fazer apenas o que se quer –, é preciso encontrar motivação (= motivo para ação), boas razões para se manter na função, pelo menos por algum tempo. Esse é o grande desafio dos dias atuais, em que as organizações estão às voltas com uma geração jovem muito mais demandante e inquieta. Ter o funcionário cativo por tempo indeterminado e, especialmente, sua absoluta fidelidade, não parece mais possível hoje em dia. Resta aos líderes repetirem com o poeta: “que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”.

Não sendo mais possível lidar com as pessoas como se fossem máquinas, nem prendê-las por longo tempo, fica a opção de extrair da convivência o máximo possível – tanto para a organização quanto para o funcionário. Procurar atender ao maior número possível (e economicamente viável) de suas demandas, para que ele possa retribuir com seu melhor desempenho (para manter-se por algum tempo, pelo menos, no usufruto das condições favoráveis de trabalho).

Há uma nova configuração do mundo do trabalho. Mas muitos gerentes se perdem em lamúrias improdutivas, reclamando da inquietação e infidelidade (falta de comprometimento) dos jovens de hoje, enquanto continuam insistindo nas práticas antigas, de chicote na mão e ameaças na boca. Enquanto não acordarem e promoverem profundas mudanças nas percepções, discurso e práticas, continuarão perdendo funcionários e promovendo intermináveis reposições, num processo vicioso de enxugar gelo.



domingo, 10 de novembro de 2013

O texto abaixo é uma tradução do original “13 Ways to be Happier”, de WORLD OBSERVER online. Veja aqui.

13 maneiras de ser mais feliz
Sem perceber, muitos dos nossos hábitos mentais atravessam no caminho de nossa felicidade e nos aprisionam a padrões negativos.
Abaixo, listamos 13 maneiras para reprogramar nossos pensamentos e mentes, para nos permitir sentir a felicidade que merecemos, libertando-nos para a vida, o amor e a felicidade. Vejamos como podemos nos libertar dessas prisões, que nos seguram para trás e nos mantêm para baixo. Vamos olhar para a frente, para uma auto imagem melhor, mais feliz e mais positiva. Siga estes conselhos e você não só vai se sentir melhor, mas aqueles em torno de você também - afinal, uma vela acesa pode acender outras.
1. Deixe de lado suas reclamações – Durante todo o dia podemos encontrar inúmeras coisas das quais reclamar – o clima, o trânsito, o serviço que recebemos em um restaurante... Mas, como lamúrias constantes tornariam as coisas melhores? Reclamações podem melhorar alguma coisa? Elas nos fariam mais felizes? Ou será que azedam nosso humor e nos fazem sentir infelizes, pra baixo e deprimidos?
Nosso humor está em nossas mãos. Podemos escolher como queremos reagir a qualquer situação; podemos nos permitir ser sugados por um estado mental negativo; ou podemos superar isso e ser felizes... apesar do trânsito!
"Diga ao comitê de negatividade que reúne dentro de sua cabeça para se sentar e calar a boca." – Martin Seligman.
2. Deixe de querer estar sempre certo – Muitos de nós lutam com o mesmo pensamento de estar errado, afastando ou se desentendendo com amigos queridos, apenas por uma questão de “estar certo”. Deixar de lado esse hábito levará a um melhor relacionamento para todos. Abrir mão do querer estar sempre certo e de ter a última palavra, leva a uma sensação de serenidade, livrando-o e àqueles ao seu redor de uma grande quantidade de estresse, preocupação e tensão.
Wayne Dyer escreveu: "Eu preferiria estar certo ou que eu prefiro ser gentil?".
Pense nisso na próxima vez que você encontrar-se lutando contra este hábito!
3. Deixe de lado quaisquer ideias autodestrutivas – A maioria dos obstáculos que enfrentamos na vida são inventados em nossas mentes – na verdade, eles são imaginários, irreais. São eles que nos impedem de avançar, não as circunstâncias reais. Esses obstáculos imaginários deformam nossas ideias sobre o que podemos e não podemos fazer, o que é e o que não é possível.
Precisamos aprender a ver através desses obstáculos. Então, estaremos prontos para abrir nossas asas e voar!
Todo um mar de água não pode afundar um navio a menos que esteja dentro dele. Da mesma forma, a negatividade do mundo não pode colocá-lo para baixo, a menos que você permita que ela entre em você.” – Goi Nasu
4. Deixe de lado seus medos – O que você tentaria, se você soubesse que não poderia falhar? Nossos medos são, infelizmente, obstáculos que criamos para nós mesmos. Imagine que todos os obstáculos tenham desaparecido, como você se sentiria? Feche os olhos e imagine, mesmo que por um momento apenas. Sente-se bem? Agora, tente viver dessa maneira.
Ser gentil com você mesmo em pensamentos, palavras e ações é tão importante quanto ser gentil com os outros.
5. Deixe de apego – Acessórios criam uma atmosfera de medo. Você não é dependente de coisas, mas permitir-se a pensar que é vai impedir que você seja feliz.
6. Deixe de ser tão crítico – Abstenha-se de criticar tudo e qualquer coisa que você não entende. Somos todos diferentes e é isso que faz a vida bela; que chatice seria se fôssemos todos iguais. Permita que as pessoas e coisas sejam diferentes; não veja a diferença como uma desculpa para criticar. Nós todos queremos ser felizes – vamos nos permitir isso e deixar que outros sejam felizes também.
7. Deixe de procurar culpados – Pare de tentar encontrar as razões pelas quais as coisas são o que são. Na procura de explicá-las, muitas vezes tentamos encontrar falhas em algo ou alguém. Essa negatividade prejudica aqueles que nos rodeiam, mas, principalmente, prejudica a nós mesmos!
8. Deixe de tentar impressionar os outros – Há tantas coisas mais importantes na vida do que se preocupar com o que alguém pensa de nossos sapatos, com o que fazemos para ganhar a vida ou o carro que dirigimos. Não são essas coisas que vão nutrir relacionamentos saudáveis. O que as pessoas querem de você é que seja verdadeiro, você mesmo; quando você abandonar todos os pretextos, vai perceber que as pessoas gostam de você pelo que você é, e você vai perceber que os seus relacionamentos são mais fortes e mais profundos.
9. Deixe de lado suas desculpas – Às vezes damos desculpas pelo simples hábito de dar desculpas. Temos no presente todo o tempo, recursos e energia que jamais teremos. Precisamos aproveitar a nossa juventude, boa saúde, riqueza, tempo livre e, acima de tudo, nossas vidas, enquanto ainda os temos!
10. Deixe de tentar controlar sempre – Situações, eventos, pessoas; por mais que tentemos, muito do que acontece ao nosso redor não pode ser controlado – por isso devemos poupar-nos o trabalho de tentar fazê-lo. Deixe tudo e todos ao seu redor apenas “ser”, e você vai se sentir muito mais relaxado e feliz.
11. Deixe de lado o passado – Mantenha as coisas em perspectiva, nunca revivendo o passado ou ficando ansioso pelo o futuro; em vez disso, desfrute dos preciosos momentos presentes. Hoje é tudo que você tem. O amanhã é apenas uma promessa e o ontem já passou. Então, esteja presente em tudo o que você faz. Lembre-se, estes são os bons e velhos dias; a felicidade não é algo que você pode adiar.
12. Deixe de resistir à mudança – Todo processo de vida implica mudança. Como seres humanos, muitas vezes gostamos de familiaridade e, uma vez que nos sintamos confortáveis, nos tornamos resistentes à mudança. Mas, nada dura para sempre e por isso temos de estar sempre prontos para a mudança. Em de temê-la, vamos abraçá-la sempre que ela bater à nossa porta; vamos recebê-la e vê-la como uma oportunidade para algo novo e melhor.

13. Deixe de viver as expectativas de outras pessoas – gastamos muito de nossas vidas tentando nos encaixar em arquétipos sociais. Permitimos que as expectativas dos outros determinem o trabalho que fazemos, o carro que dirigimos, as roupas que vestimos e muito mais! Muito mais felizes seríamos se, em vez disso, seguíssemos nossos corações e fizéssemos as coisas do nosso jeito! Permitimos que os nossos entes queridos, nossos pais, irmãos, parceiros e, muitas vezes, até a mídia ou o governo, ditem o modo como devemos viver nossas vidas. Somos todos indivíduos talentosos, todos temos algo a oferecer, algo único. Cada um de nós é dotado. Precisamos educar nossos dons e talentos e contribuir, fazendo o que fazemos melhor, fazendo o que amamos, ao invés de fazer o que achamos que é esperado de nós.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Sonhar não é o suficiente!

Um sonho sem as ações necessárias que o tornem realidade não passa de quimera. Por outro lado, a falta de planejamento e preparo adequado, pode por por terra qualquer projeto, por mais bonito que seja...

O consultor Henriley Domingos, em entrevista à CBN (veja em \http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/mundo-corporativo/MUNDO-CORPORATIVO.htm) fala sobre o "espírito empreendedor" do brasileiro, com algumas informações interessantes:
  • até por volta do ano 2000, a maioria dos empreendedores tupiniquins empreendiam por necessidade, e uma minoria por aproveitamento de uma oportunidade. Hoje, 7 em cada 10 novos empreendimentos ocorrem por oportunidade;
  • ter um negócio próprio é o 3º. maior sonho dos brasileiros (perdendo para viagens, 1º. colocado, e ter casa própria, 2º. colocado);
  • entrevistando empregados, perceberam que 43% sonha com o negócio próprio, contra apenas 22% que pretende fazer carreira na própria empresa (os outros 35% deram respostas diversas, que não essas duas);

Mas prevalece o velho problema - falta de preparação e planejamento continua respondendo pelo grande número de mortalidade precoce dos novos empreendimentos - 31% não passam do primeiro ano, e 60% morrem em até 5 anos!